segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

19/06/13






Uma das coisas que podemos colocar no rol das vantagens do uso da Cannabis é a capacidade de ajuste da percepção, comumente chamada “ver a vida de fora”. Imaginem que no Clube dos Hachichins, todos aqueles autores fizeram uso da planta. 



Assim como a turminha do Walter Benjamin. Bloch delirando na utopia. É quase como se tudo virasse metadiscurso. E já rapidinho o cara nem sabe mais o que é. É como um estudo da escrita? As frases vêm de assalto para serem escritas. Essas frases. O clima é a total falta de sentido. É isso que influencia. O momento é de rebelião total. Hoje me peguei passando a doutrina anarquista pra minha mãe. Ela fica apavorada. O diário em folhas de papel é uma viagem. Qual será a estilística? É fora do padrão da manifestação diária pelo Facebook. Que por sinal é divertidíssimo. O quanto será que o pensar para escrever é diferente do pensar por pensar? Putz, qual é o limite entre os dois, quando o cara se predispõe a escrever? O escrever condiciona um processo mais lento. E já volta pro raciocínio e, chega. Música e cigarrinho. Cazuza – Ideologia. E a cliente que acha que me desdobrou no gauchismo. Sendo que todo mundo que choraminga pra pessoa certa paga menos. Todo mundo tem arrego; menos o cara que trabalha. Discão esse do Cazuza! “Freiras lésbicas, assassinas...”. Como é que eu tinha pensado hoje de tarde... “na Europa camuflaram o movimento de luta por um emprego estável. Aqui contra aumento de tarifas. Será que vai rolar mais uma vez a oportunidade de aprofundarmos  o conhecimento da sociedade? (pela própria sociedade?) Cada um expor as contradições que é capaz de perceber e todo mundo contribuir pra superação rumo a um novo conjunto de contradições. Método proudhoniano. Vai dizer que não é moderno? “Vida fácil, fácil, fácil...”. Pelo menos encontrei uma profissão que me permite exercer minha profissão de jornalista e filósofo.

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