terça-feira, 17 de dezembro de 2013

10/06/2013



Eu fico feliz quando vejo a alegria da simplicidade. Ou da opulência de coisas que não custam dinheiro. E o pior é que a tudo o que consigo pensar de bom a respeito disso se contrapõe (o já conhecido) discurso de culpa judaico-cristã na sua concepção atual de produção e consumo. No sentido de que o cara só pensa na alegria da simplicidade porque o cara é o porteiro da noite. Se não tivesse feliz assim, “tava fudido, nêgo”. E nessas o cara vai, no joguinho de olhar cada vez (mais) de fora a situação. Nesse ponto, como normalmente acontece, interrompe-se toda a linha de raciocínio. É a dúvida de escrever ou não que a viagem é só escrever; e a tremedeira; e a lembrança constante que tenho que colocar um som: “Whitesnake– Rock in Rio 1985 – Full Concert”. E o próximo é o AC/DC. Pura garra e dedicação ao Rock’n’Roll. A introdução do AC/DC é de chorar... tu tá é loco! O AC/DC É BOM PRA CARALHO! Com umas trakinas e um leitinho então... é todo um processo de aferição do potencial criativo e da capacidade de preencher o turno laborativo. Esses são os tipos de coisas que se entendem por alegria da simplicidade. Partiu pro leitinho que isso aqui já virou perda de tempo.

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